Episódio 10×03
26/11/2011
O terceiro episódio, ao contrário do anterior, foi morno e previsível e serviu mais para preparar o terreno para o que vem pela frente: o confronto entre o MI5 e a CIA, com os russos correndo por fora. Enquanto isso Ruth começa a vislumbrar a idéia de uma vida longe do Grid e de Harry após receber um convite inesperado de alguém ainda mais surpreendente.
Ainda sob o impacto da morte de Tariq, Harry e os agentes da Seção D tem que lidar com outra crise: um terrorista/anarquista/anticapitalista conhecido como “Johnny”, que tem em mãos um artefato composto por elementos radioativos, popularmente conhecido como “bomba suja”.
Vemos Dimitri posando de James Bond, seduzindo uma testemunha para tentar se aproximar do suspeito – e falhando miseravelmente na segunda parte, sejamos justos, mas isso não o exime do amadorismo que demonstrou nesta missão, que chega a ser constrangedor. Porém, Erin dando instruções a ele antes da missão e Calum lhe fornecendo os “gadgets” me trouxeram boas lembranças da primeira temporada e até ressuscitaram alguns jargões que há muito eles não usavam, como “legend” (disfarce, que inclui desde o nome até todo o histórico pessoal e profissional da identidade a ser utilizada pelo agente infiltrado).
Apesar de tudo, a equipe consegue evitar o pior e “Johnny” acaba cometendo suicídio ao ver seu atentado fracassar.
O que salva este episódio é o encontro de Ruth e Elena em um museu, sob o olhar desconfiado de Sasha.
“Vi vocês dois juntos durante a recepção. Harry a ama, não?”, diz Elena.
“Não tenho a mínima idéia de como responder a essa pergunta”, responde Ruth.
Como já era esperado, a investigação paralela de Calum revela um rosto familiar, uma mulher, que estava presente no atentado contra a vida de Ilya Gavrik. E a descoberta desta conexão teria levado a CIA a assassinar Tariq. A informação é confirmada por Ruth, que compartilhou sua suspeita e de Harry de que Jim Coaver está por trás de toda a conspiração.
Resenha publicada originalmente no Teleséries.
