Um homem embarca em um avião de passageiros russo com uma maleta que parece conter uma bomba. O que parecia uma crise terrorista de rotina logo se revela um plano elaborado para sabotar o acordo Rússia-Reino Unido, colocando em risco a vida de centenas de pessoas.

A maleta não é uma bomba, mas sim um dispositivo que bloqueia as comunicações do avião, o que impede que se saiba se ele foi ou não seqüestrado. Só que depois do 11 de setembro o procedimento padrão é abater qualquer aeronave que deixe de responder ao controle aéreo.

Eis a grande revelação e também reviravolta da trama: a única pessoa em terra que sabe disso além dos responsáveis pela operação é Elena Gavrik, que confessa que enganou não só Harry como também sua própria família. Sasha é filho de Ilya e não de Harry e ela usou essa mentira para manipulá-lo. Tudo em nome da pátria. O filho de Elena mal consegue acreditar nas palavras de sua mãe. E nesta hora, por incrível que pareça, fico com pena de Illya Gavrik, que de grande vilão da história passou a não mais que uma vítima de um grande golpe, assim como Harry.

Elena é levada por Harry e a equipe para um local isolado e um tenso interrogatório se segue. O falso seqüestro é revelado e com isso a ordem para abater a aeronave é cancelada, evitando uma tragédia.

Quando tudo parece resolvido e todos baixam a guarda, Ilya consegue entrar na sala em que está sua esposa e a mata, estrangulando-a. Sasha assiste a tudo, trancado do lado de fora, sem poder fazer nada. Transtornado, ele deixa o local, indo atrás de Harry e o encontra, conversando com Ruth.

E o que se segue é uma das cenas mais tristes de toda a série. Depois ser ferida ao tentar proteger Harry de um ataque de Sasha, Ruth acaba morrendo em seus braços enquanto falava para ele sobre a casa de seus sonhos.

A morte de Ruth foi uma surpresa. Ainda que muitos esperassem a morte de um dos dois no final,  a maioria apostava que Harry morreria e Ruth assumiria o Grid. Pessoalmente, esperava que nenhum dos dois morresse e que Ruth continuasse seu trabalho junto ao Secretário e Harry de alguma forma se retirasse do Grid, deixando Erin no seu lugar.

Algum tempo depois Harry é visto em roupas civis olhando uma casa que pela descrição seria a casa dos sonhos de Ruth. A primeira vista parece que ele se aposentou e está procurando um lugar para passar o resto de seus dias, longe de sua antiga vida. Mas parece que algo o faz desistir e acredito que seja o fato de que Ruth não esteja mais ali, o que tornaria aquele lugar sem sentido.

Os fãs mais antigos devem ter vibrado com a cena entre Harry e o Secretário Towers. A conversa extraoficial dá a entender que eles cuidaram dos responsáveis pelo atentado utilizando-se de meios também extraoficiais. E, numa breve participação, Matthew MacFaddyen retorna à série como Tom Quinn para cumprir esta missão.

A cena de Harry em frente ao mural com os nomes dos agentes mortos em serviço além de emocionante foi um jeito legal que os roteiristas encontraram de homenagear não só os personagens que passaram pelo Grid ao longo destes 10 anos, mas também os fãs mais antigos, que reconheceram rapidamente cada um dos nomes que a câmera mostrou até chegar ao de Ruth.

No final, resta a Harry apenas seu trabalho. No final das contas, é o que ele se tornou e, de certa maneira, é onde ele pode se sentir próximo de Ruth. E é lá no Grid que o vemos, sentado à sua mesa e atendendo ao telefone, antes de a tela congelar pela última vez.

Texto publicado originalmente no Teleséries.

Episódio 10×05

11/12/2011

As reviravoltas continuam e fica cada vez mais difícil saber quem está por trás do quê e, o mais importante, por quê. Confuso? Mais confuso ainda é o desenrolar da trama. Ao longo da temporada acompanhamos todo o trabalho de bastidores para sabotar a aproximação entre o Kremlin e Downing Street e as suspeitas de Harry estavam voltadas para seu ex-colega da CIA e amigo Jim Coaver, levando-o a traçar um plano para seqüestrá-lo a fim de arrancar-lhe a verdade. Tal plano não conta com o apoio de Ruth, que agora trabalha para o Secretário de Estado como Conselheira de Segurança e vê o quanto Harry está fora de si.

Entretanto, a morte inesperada de Coaver nas mãos de falsos agentes da CIA muda a situação e, Ruth acaba cedendo ao pedido de Harry, arriscando-se ao invadir a embaixada dos EUA em busca de provas. São cenas carregadas de tensão e suspense, como nos velhos tempos, mas com um pouco de humor, como a reação exasperada de Ruth ao ser informada da senha de acesso ao depósito de provas da embaixada.

No entanto, tanto esforço se revela inútil, pois Sasha, que havia plantado um grampo no carro de Harry, intercepta Ruth e rouba-lhe o laptop.

O atentado contra o Secretário Towers que acontece simultaneamente ao roubo me pareceu um tanto gratuito a essa altura, fora que a cena foi pessimamente executada. Além dos efeitos especiais mal feitos, considerando a distância em que o carro dele estava do carro-bomba era impossível que ele escapasse somente com um arranhão na testa.

Fica claro que o chefe da Seção D foi enganado o tempo inteiro e que nem mesmo a CIA está a par do que está acontecendo. Quem estaria por trás da farsa?

Sasha descobre quem é seu verdadeiro pai ao acessar os dados do laptop de Jim Coaver e algo me diz que é algo de que ele já desconfiava.

Os agentes são surpreendidos com a ordem de extradição de Harry para os EUA, pedida pela CIA, em razão da morte de Jim Coaver. Ruth se desespera, mas Harry mostra-se estranhamente calmo enquanto é levado para a embaixada americana.

Em sua reta final a série ganha um novo fôlego e isso só me faz lamentar o fato de que só falta um episódio.

Texto publicado originalmente no Teleséries.

Episódio 10×04

11/12/2011

Extremistas islâmicos estão preparando ataques suicidas a Londres. Até aí nada muito original, tanto na escolha dos antagonistas como na ameaça em si, mas o episódio desta semana remete a um excelente episódio da segunda temporada, em que Tom Quinn e sua equipe tentam evitar um ataque similar, contando também com a ajuda de um dos terroristas.

E há muito não se via na série um pouco de suspense e tensão, com os agentes correndo contra o tempo para evitar o pior e, desta vez, com um ingrediente a mais para incrementar o drama, trazendo-o para um patamar pessoal.

Erin, que já demonstrou certa relutância em envolver os informantes do MI5 em situações de risco, mais uma vez se vê forçada a colocar seus princípios de lado em nome do dever.

Para piorar, o informante, que é forçado a carregar uma bomba amarrada ao corpo, revela que não só a filha dele, como também a filha de Erin está nas mãos dos terroristas, o que força ambos a deixarem que o atentado aconteça, sendo que o informante deverá sacrificar sua própria vida e Erin deverá assistir a tudo sem poder fazer nada.

O clímax do episódio, que acontece em um dos cartões postais da cidade, intercalado com cenas de Dimitri invadindo o cativeiro a tempo de salvar a filha dela foi digno dos tempos em que Spooks estava em seu auge. O informante acaba perdendo sua vida, morto por agentes do MI5, sob ordens de Harry. Erin só pôde assistir à morte dele sem saber, até o último instante, se sua filha estava viva ou não.

E a nova líder de campo da Seção D revelou que não é tão dura quanto quer que os outros acreditem que ela é. Sua personagem retratou bem a dificuldade de equilibrar os dois papéis, o de agente do governo, que se arrisca todos os dias e o papel de mãe, tal qual Fiona Carter anteriormente.

De volta ao Grid, Harry pede a ela que reveja sua decisão de deixar o cargo, pois ele lhe diz que precisa de agentes como ela, que ainda trazem consigo um pouco de humanidade.

Enquanto isso o affair envolvendo Harry, os Gavriks e a CIA continua, com um atentado fracassado contra a vida de Elena Gavrik, trazendo ainda mais revelações sobre o passado de Harry e colocando-o em uma posição ainda mais delicada frente a seus colegas e superiores, sem falar em relação à Ruth, que aceita o convite do Secretário Towers para trabalhar como conselheira de assuntos ligados a segurança e aos serviços de inteligência. Harry não se decide em relação à Ruth e sua situação com Elena não ajuda em nada…

Texto publicado originalmente no Teleséries.

Episódio 10×03

26/11/2011

O terceiro episódio, ao contrário do anterior, foi morno e previsível e serviu mais para preparar o terreno para o que vem pela frente: o confronto entre o MI5 e a CIA, com os russos correndo por fora. Enquanto isso Ruth começa a vislumbrar a idéia de uma vida longe do Grid e de Harry após receber um convite inesperado de alguém ainda mais surpreendente.

Ainda sob o impacto da morte de Tariq, Harry e os agentes da Seção D tem que lidar com outra crise: um terrorista/anarquista/anticapitalista conhecido como “Johnny”, que tem em mãos um artefato composto por elementos radioativos, popularmente conhecido como “bomba suja”.

Vemos Dimitri posando de James Bond, seduzindo uma testemunha para tentar se aproximar do suspeito – e falhando miseravelmente na segunda parte, sejamos justos, mas isso não o exime do amadorismo que demonstrou nesta missão, que chega a ser constrangedor. Porém, Erin dando instruções a ele antes da missão e Calum lhe fornecendo os “gadgets” me trouxeram boas lembranças da primeira temporada e até ressuscitaram alguns jargões que há muito eles não usavam, como “legend” (disfarce, que inclui desde o nome até todo o histórico pessoal e profissional da identidade a ser utilizada pelo agente infiltrado).

Apesar de tudo, a equipe consegue evitar o pior e “Johnny” acaba cometendo suicídio ao ver seu atentado fracassar.

O que salva este episódio é o encontro de Ruth e Elena em um museu, sob o olhar desconfiado de Sasha.

“Vi vocês dois juntos durante a recepção. Harry a ama, não?”, diz Elena.

“Não tenho a mínima idéia de como responder a essa pergunta”, responde Ruth.

 Como já era esperado, a investigação paralela de Calum revela um rosto familiar, uma mulher, que estava presente no atentado contra a vida de Ilya Gavrik. E a descoberta desta conexão teria levado a CIA a assassinar Tariq. A informação é confirmada por Ruth, que compartilhou sua suspeita e de Harry de que Jim Coaver está por trás de toda a conspiração.

Resenha publicada originalmente no Teleséries.

Episódio 10×02

08/10/2011

Para aumentar ainda mais a tensão, a revelação que serviu de gancho no final do episódio anterior fica praticamente sem resolução, pois Harry e Ruth praticamente não tocam no assunto. Eles tem um problema mais sério para resolver quando um notebook contendo informações confidenciais é roubado, colocando em risco a vida de contatos infiltrados do MI5.

Enquanto a equipe tenta solucionar a crise, Harry e Elena se encontram durante um espetáculo de ballet para tentar descobrir quem estaria se passando por ele e Sasha os segue, sendo forçado a tomar uma atitude extrema para proteger sua mãe, que começa a gerar desconfiança junto à equipe de segurança de Ilya Gavrik com suas saídas e telefonemas às escondidas. Sasha se tortura pelo que fez, mas ao mesmo tempo culpa Harry por ter sido obrigado a matar Anatoly, seu colega e melhor amigo.

As suspeitas sobre quem seria o impostor recaem sobre o diretor-adjunto da CIA em Londres, Jim Coaver. Harry pede ajuda a Ruth que, embora contrariada com a postura de Harry em relação a seu passado com Elena e Sasha, concorda em ajudar. Essa revelação sobre o passado de Harry abalou e muito a confiança e a cumplicidade que existiam entre ele e Ruth.

Apesar dos esforços da equipe um dos contatos do MI5 infiltrado em uma multinacional iraniana acaba morto e começa uma corrida para evitar que mais nomes vazem para a imprensa; um esforço que se revela inútil, pois Tariq e Calum não conseguem localizar a fonte dos dados a tempo. O estrago já está feito.

Erin consegue salvar a vida do segundo contato que trabalhava na empresa de Gavrik, uma analista chamada Martha, mas esta fica furiosa ao descobrir que o tempo inteiro eles sabiam do perigo e demoraram a agir para protegê-la. Sua vida atual e seu emprego estão arruinados, pois Ilya Gavrik agora sabe de seu envolvimento com o MI5, e fez vista grossa apenas por conta do acordo a ser firmado entre os dois países. E tudo o que a líder de campo da Seção D consegue dizer depois de lhe dar dinheiro e documentos para sumir do mapa é:

– Sinto muito.

É o que se ganha por servir a Rainha… Simples assim.

Em uma conversa com Erin, que ainda se sente mal por ter colocado uma inocente em perigo, Harry lhe diz que o sacrifício mais difícil é aquele que exigimos daqueles com quem nos importamos e que se ela for capaz de lidar com isso ela está pronta para ser uma boa líder. E o chefe da Seção D sabe disso melhor do que ninguém.

O episódio, que mesmo com tantas reviravoltas até o momento ainda não havia trazido nada de muito novo à trama, caminhava para um final morno, mas aí acompanhamos Tariq, que resolve levar trabalho para casa. Revendo as imagens das câmeras de segurança no computador de casa, Tariq descobre o verdadeiro responsável pelo roubo do notebook, e pela sua reação parece ser alguém familiar. Porém, alguém invade sua máquina, obrigando-o a voltar para a Thames House. O agente do MI5, no entanto, é assassinado em plena rua antes que possa revelar o que descobriu. Sua morte tem o modus operandi russo – a abordagem por meio de um esbarrão, o uso de uma seringa ou um objeto pontiagudo para perfurar a pele e, por fim, o envenenamento — mas não quer dizer que tenha sido por ordens de Gavrik, pois há a suspeita de que haja um dedo da CIA nisso tudo.

Spooks nunca teve medo de matar seus personagens principais e também já mostrou que não só os agentes de campo estão expostos ao risco, como foi o caso de Colin na 5ª temporada. A introdução de Calum na série era uma pista de que poderia acontecer algo a Tariq, mas ainda assim lamentei sua partida.

Resta saber se Calum conseguirá decifrar os dados contidos no chip que Tariq levava consigo para o Grid e se o acordo entre a Rússia e o Reino Unido sairá do papel.

E a temporada está chegando à sua metade…

Resenha publicada originalmente no Teleséries.

Episódio 10×01

24/09/2011

O arco final de episódios da série de espionagem britânica não poderia ter outro personagem central senão aquele que veio a se tornar seu personagem mais significativo ao longo destes 10 anos. A trama traz velhos rostos e segredos do passado que retornam para assombrar o agente veterano do MI5.

Spooks abre sua temporada final com Harry Pearce prestando contas sobre suas ações no comando da Seção D, incluindo a traição de Lucas North/John Bateman e sua decisão de agir em interesse próprio em detrimento do dever para proteger Ruth Evershed. A morte de Lucas se confirma logo nas cenas iniciais, que trazem uma rápida recapitulação do season finale da 9ª temporada. Realmente uma pena que Lucas, que até então tinha sido tão bem construído, tenha tido um final tão pífio. Como muito bem colocado por alguns críticos, foi realmente um “assassinato” do personagem. As pontas soltas da temporada anterior são rapidamente amarradas e logo somos apresentados à nova trama e aos novos personagens.

A burocracia cede lugar a temas mais urgentes quando um ex-agente do MI6 é assassinado, trazendo Harry e Ruth de volta para o Grid. Ao retornar à Thames House ele descobre que Beth Bailey não faz mais parte da equipe, que Calum Reed é o novo expert em computadores ao lado de Tariq Masood e que no seu lugar como chefe da Seção D está Erin Watts, com Dimitri Levendis como seu principal agente de campo.

Harry recebera o recado de que “Tourmeline” está em perigo. “Tourmeline” é o codinome da esposa de Ilya Gavrik, Elena, o contato de Harry desde os tempos da Guerra Fria. Com a aproximação dos governos do Reino Unido e da Rússia, a revelação de sua identidade poderia trazer sérios problemas. Assim como a morte de seu marido em solo britânico, apesar do claro desprezo de Harry por Ilya, ex-agente da KGB, responsável pela morte de alguns de seus colegas.

Após Sasha, filho de Elena, invadir a casa de Harry e o ameaçar com uma arma, exigindo que ele parasse de contatá-la, ele e Ruth tentam descobrir quem está contatando Elena se passando por ele. O restante da equipe, liderados por Erin e Dimitri conseguem deter o assassino, mas ele acaba morto antes de revelar quem o contratou.

E ao final do episódio Harry revela a Ruth o que ela já desconfiava: Elena e ele eram amantes, e Sasha é filho dos dois.

Resenha publicada originalmente no Teleséries.

Harry Pearce

17/09/2011

Se me pedissem para definir “Spooks” em uma palavra eu responderia: uma não, duas: Harry Pearce. O chefe da Seção D do MI5 é para mim a figura que personifica esta série.

E nada mais justo que a última temporada seja dedicada a ele.

Elenco da 10ª Temporada

 

Está confirmado que estes 6 episódios da 10ª temporada serão os últimos episódios da série britânica.

O primeiro episódio será exibido no próximo domingo, dia 18 de setembro, pela BBC.

Segue abaixo o resumo da trama do primeiro episódio, direto do press release da emissora.

[SPOILERS]

10×01

A equipe ainda está abalada pela traição de Lucas North e com o afastamento de Harry Pearce, a Seção D tem um novo líder, Erin Watts (Lara Pulver), que tem como seu braço direito Calum Reed (Geoffrey Streatfeild).

Harry logo retorna a Thames House para lidar com alguns segredos de seu passado que começam a vir à tona quando Max Witt (Giles Havergal), um espião alemão aposentado e seu colega dos tempos da Guerra Fria em Berlim é assassinado.

Enquanto isso, Ilya Gavrik (Jonathan Hyde), embaixador russo e adversário de Harry nos tempos da KGB durante boa parte da década de 80, vai a Londres para negociar uma parceria estratégica entre a Rússia e o Reino Unido. Harry deixa bem claro o que acha desta parceria, mas seus superiores insistem que ele deixe seus rancores de lado e faça as pazes com o velho inimigo; um pedido que se torna ainda mais urgente quando o assassino de Max Witt também parece estar atrás de Gavrik.

Gavrik está no Reino Unido com sua esposa, Elena (Alice Krige), e o filho do casal, Sasha, com um oficial da FSB encarregado da segurança da familia. Elena era o contato de Harry em Berlim durante a Guerra Fria quando ele fez com que ela espiasse o seu marido. Quando Elena revela que ele pediu que ele espiasse para ela novamente ele descobre que alguém está se passando por ele.

Quem é, e, o mais importante, por quê?

Fonte: BBC Press Office

A 10ª temporada já está em produção e terá apenas 6 episódios ao invés dos 8 habituais. Sophia Myles (Beth) deixou a série, mas Max Brown (Dimitri), Shazad Latif (Tariq), Nicola Walker (Ruth) e Peter Firth (Harry) retornam. A BBC faz suspense quanto à trama e a possibilidade de esta ser a última temporada, mas há forte indícios de que a série possa de fato terminar este ano.

Lara Pulver (de Robin Hood), Jonathan Hyde (de The Mummy), Geoffrey Streatfeild (de Ashes to Ashes”) e Alice Krige (de Deadwood) se juntam ao elenco.

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